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sábado, 4 de agosto de 2012

Krasic no Fenerbahçe

O extremo sérvio já enverga a nova maglia
Confirmaram-se os rumores. Krasic é jogador dos turcos do Fenerbahçe que vão pagar 7 milhões de euros pela transferência.

Contratado por 15 milhões de euros ao CSKA de Moscovo em Agosto de 2010, assumiu-se como o principal protagonista da Juventus nessa decepcionante temporada a nível colectivo. Na época passada viu-se surpreendentemente ostracizado, alternando entre a bancada e o banco de suplentes. Nem os recentes golos apontados ao Hertha de Berlim e ao Benfica fizeram Conte mudar de ideias relativamente ao estatuto de dispensável.

10 golos em 50 jogos oficiais é o pecúlio do extremo-direito sérvio com a maglia bianconera, sem esquecer naturalmente o título de campeão de Itália. Aos 27 anos tem a oportunidade de relançar a carreira. Boa sorte, Milos.

sábado, 28 de julho de 2012

Contra a especulação

Extremo sérvio voltou a brilhar
Fazendo ouvidos moucos aos constantes rumores do mercado que os colocam longe de Turim, Matri e Krasic apontaram os golos da vitória bianconera em Berlim defronte do Hertha.

Os highlights:
 

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Krasic jogador do ano 2010

Chegar, ver e vencer! Eis o slogan de Milos Krasic, grande contratação da Juventus para a temporada 2010/11 que, em poucos meses, se impôs como uma das referências da equipa bianconera e um dos favoritos entre os tifosi, não surpreendendo que tenha sido eleito pelos leitores do Bianconero Portoghese como o jogador do ano de 2010.
O extremo sérvio de 26 anos recolheu 13 votos, correspondentes a 65% das preferências. Iaquinta e Del Piero (vencedor em 2007 e 2008) ficaram-se pelas 2 nomeações, seguidos por Aquilani, Felipe Melo e Chiellini (vencedor em 2009) com 1 voto.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Balanço positivo

Final de ano significa tempo de balanço da primeira metade da temporada bianconera. Analisando friamente os números poderíamos afirmar que não existem praticamente diferenças em relação à última stagione. Apenas mais um ponto na Série A e prematuramente afastada da competição europeia não parecem, à primeira vista, desempenhos muito animadores. Felizmente, existem grandes diferenças e para melhor, nomeadamente nos capítulos do desempenho, da ambição e das expectativas para a segunda parte da época.
Há pouco mais de um ano a Juve era humilhada em casa pelo Bayern e resvalava de forma decisiva para o abismo, de onde não mais saíria até a terrível temporada terminar. A gestão desportiva de Blanc revelou-se um desastre, Ferrara acabou engolido, entre outras coisas, pela teimosia de um sistema táctico onde coabitassem Diego e Del Piero e o interino Zaccheroni não fez melhor que o antigo craque juventino. Exigia-se uma revolução, não apenas no plantel, como, e em especial, nos órgãos de gestão e técnicos do clube, e ela não tardou a acontecer com o assumir da presidência da società por Andrea Agnelli e as contratações dos blucerchiati Del Neri e Marotta para a gestão desportiva da squadra.
Muitas dúvidas se levantaram sobre as capacidades e qualidades do novo treinador, adepto confesso do clássico 4*4*2, sistema táctico onde seria complicado enquadrar o futebol de Diego. Depois de um início periclitante com duas derrotas (Bari e Palermo) difíceis de digerir, a equipa serenou, motivou-se e começou a desenvolver mecanismos de jogo apreciáveis, potenciados em grande parte por Krasic, a grande contratação do último defeso e principal figura da actual Juventus. O extremo sérvio é um ala direito explosivo, que serve não só como ponto de referência ofensiva, mas também como principal elo de ligação entre o meio-campo e o ataque. Outro dos grandes méritos de Del Neri é a completa recuperação de Felipe Melo. De jogador problemático, conflituoso e com péssimos desempenhos, passou em poucos meses a elemento nuclear da estratégia bianconera, um verdadeiro pêndulo a meio-campo.
Para além de Krasic, a campanha de contratações também se pode considerar positiva, muito por culpa de Aquilani, Quagliarella e Bonucci. Depois de um ano terrível em Liverpool, o centrocampista reencontrou-se com o bom futebol e, afastados os problemas físicos, é o regista que a Juve tanto precisava. Também por empréstimo veio Quaglia que não tem desapontado. 9 golos, alguns deles de belo efeito, falam por si. Como é óbvio, será um erro tremendo se a vecchia signora não accionar, no final da temporada, a cláusula de opção de compra dos passes destes dois - na verdadeira acepção da palavra - reforços. Quanto ao defesa confirmou tudo o que de bom havia feito em Bari, afirmando-se também como indiscutível na azzurra, sempre ao lado de Chiellini.
Menções honrosas para Storari e Pepe. O guardião tem substituído com grande nível e eficácia Gigi Buffon, que está perto do regresso oficial aos relvados. Marchisio tem alinhado preferencialmente pela faixa esquerda o que tem equilibrado bastante a equipa em termos tácticos, relegando Pepe para o banco de suplentes. Apesar dessa condição e mesmo sem deslumbrar, o extremo tem-se revelado uma opção extremamente útil.
As vitórias sobre Milan e Lazio são claramente os melhores momentos da temporada até ao momento. Para além das duas (únicas) derrotas acima citadas merecem destaque pela negativa os empates caseiros frente a Roma e Fiorentina, duas partidas onde a Juventus foi nitidamente superior, esbanjando chances de golo em catadupa. Outras igualdades consentidas perante adversários menores explicam a diferença pontual de 5 pontos para o líder.
O mercado de Inverno está quase aí e esperam-se alguns reacertos no plantel juventino. Tem-se falado insistentemente na hipótese da vinda de um avançado, um centrocampista, um central e um lateral. Sissoko e Amauri parecem na porta de saída. Veremos o que o mês de Janeiro trará até à Corso Galileo Ferraris.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Injustiça!

Imaginemos que o árbitro do encontro do passado domingo entre o Bolonha e a Juve, De Marco, não se tinha deixado enganar pelo mergulho de Krasic. Teria punido a simulação com a amostragem de um cartão amarelo ao extremo sérvio e o assunto morreria aí.
Posto isto, parece-me completamente absurda e excessiva a punição de 2 jogos com que o juiz desportivo Giampaolo Tosel castigou o jogador.
A Juventus anunciou de imediato que irá recorrer da sanção alegando que a queda de Krasic foi instintiva e por se estar na presença de um jogador disciplinado e respeitador das normas de fair-play. Caso o recurso não seja atendido, Krasic falhará a presença no clássico do próximo sábado frente ao Milan e a recepção ao Cesena no dia 7 de Novembro. 
Entretanto, ficaremos atentos não só ao desfecho do recurso bianconero, como, e em particular, a eventuais casos semelhantes que possam vir a acontecer com atletas de emblemas rivais da vecchia signora, de modo a tirarmos conclusões sobre a (im)parcialidade destas decisões.

sábado, 18 de setembro de 2010

27. Milos Krasic

Data/Local de Nascimento: 01/11/1984, Kosovska Mitrovika
Posição: extremo direito
36 internacionalizações e 3 golos pela Sérvia
1ª época na Juventus
Final de contrato: 2014
Carreira: Mitrovica (1998-99), Vojvodina (1999-2004), CSKA Moscovo (2004-2010) e Juventus (2010-....)
Palmarés: 2 Campeonatos da Rússia (2005 e 2006)
4 Taças da Rússia (2005, 2006, 2008 e 2009)
4 Supertaças da Rússia (2004, 2006, 2007 e 2009)
1 Taça UEFA (2004/05)

Um dos principais reforços da Juve para a stagione 2010/11. Veloz, hábil e preciso nos cruzamentos, ocupa com grande efectividade e acutilância a faixa direita do ataque da sua equipa. Tem todas as condições para ser elemento fundamental na estratégia de Del Neri.

sábado, 21 de agosto de 2010

Krasic na Juventus

É caso para dizer finalmente! Depois de semanas de indecisões, avanços e recuos, Milos Krasic é oficialmente jogador da Juventus! O passe do internacional sérvio foi adquirido ao CSKA Moscovo por 15 milhões de euros, tendo o extremo direito de 25 anos assinado contrato válido com a vecchia signora para as próximas quatro temporadas.
Krasic estreou-se com apenas 14 anos de idade na primeira equipa do Vojvodina Novi Sad, onde permaneceria até Janeiro de 2004, altura em que se transferiu para o antigo clube do exército soviético. Na temporada passada deu nas vistas na Champions, sendo um dos jogadores mais destacados da excelente campanha do emblema moscovita, só travada nos quartos-de-final pelo futuro campeão Inter. Venceu os campeonatos russos de 2005 e 2006 e a Taça UEFA em 2005, tendo sido eleito o melhor jogador sérvio de 2009.
Dotado de boa técnica, bastante veloz e exímio nos cruzamentos tem todas as condições para se enquadrar perfeitamente no 4*4*2 clássico preferido por Del Neri, podendo ser um dos baluartes do tão desejado salto de qualidade que esta Juve tanto precisa.